Os multiplicadores de talentos

•28/03/2010 • 1 Comentário

Muito bom essas duas matérias da revista Exame.

Os Multiplicadores de Talentos: Matéria sobre os três donos da Endeavor, Fundação Estudar, AmBev, Fundação Brava, Fundação Lemann e Fundação Ismart: Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira.

A melhor ideia, sem gente boa, “Não vai a lugar algum”: Entrevista com o Beto Sucupira, um dos carinhas bizarros dessa primeira matéria.

Mega-sena e Casas Bahia: Jeitos fáceis de como tiram dinheiro de pobres [RETIFICADO]

•02/03/2010 • 2 Comentários

Ê laiá, hein? Quanto mais eu estudo, leio e penso, mais eu dou graças de poder ter um pouco de pensamento crítico… É osso como em todo lugar que a gente olha se vendem esperanças furadas para lucrar, né? Gostaria de comentar duas:

1) Mega-sena: A chance de ganhar é 1/50063860. É um em 50 milhões. Vamos comparar:

É a mesma coisa que eu parar uma pessoa na rua e falar assim… Pensa um número de 1 a 50 milhões, mas não me diz! E a cada palpite que eu errar, eu dou 2 reais pra ela. Se eu acertar, eu ganho X milhões (note que o valor é sempre menor que 50 milhões!!! Por que será? Será que é por que o Governo tem a estratégia vencedora do jogo? ). Além do Monopólio de Jogatinas: Olha pessoal, só eu (governo) que tenho direito a ganhar realizando esse jogo, hein?

Pra quem não sabe, esso é o motivo que Cassinos sempre são riquinhos: Eles teoricamente tem dinheiro infinito. Já a gente não!! Então “in the long run” (a longo prazo), eles enriquecem, enquanto a gente “se diverte”!

Alguns dados tirados de um site sobre Mega-sena (http://www.resultadosmegasena.com.br/comojogarmega-sena.php) :

“Quanto é o prêmio?

O prêmio bruto corresponde a 46% da arrecadação, já computado o adicional destinado ao Ministério do Esporte. Dessa porcentagem:

  • 35% são distribuídos entre os acertadores dos 6 números sorteados (Sena);
  • 20% entre os acertadores de 5 números (Quina);
  • 20% entre os acertadores de 4 números (Quadra);
  • Os 25% restantes são acumulados e distribuídos aos acertadores dos 6 números nos concursos de final 0 ou 5.
O que o governo faz com o restante do dinheiro?

Abaixo, segue a destinação Social da parcela do prêmio que não vão para os ganhadores: Destinação social
Os prêmios acima correspondem a 44% da arrecadação bruta.

  • 1% é destinado ao Fundo Nacional da Cultura.
  • 22,4% à Seguridade Social.
  • 9,6% ao Programa de Crédito Educativo.
  • 3% ao Fundo Penitenciário Nacional.
  • os 20% restantes cobrem as despesas/lucro da CEF e a remuneração das lotéricas.”

E, depois dessa história de Novo Hamburgo (http://tiny.cc/Whx30), é que se expõem os pontos fracos do sistema:

Ah, como eu queria ter uma lotérica!

Veja só como donos de lotéricas podem TAMBÉM serem os Vencedores nesse jogo (Oo): Eu finjo que estou apostando todo o dinheiro que os meus clientes pagam na mega-sena, mas na verdade eu estou embolsando. (Visto que é completamente improvável alguem ganhar, é vantajoso para mim correr esse risco) Caso alguém ganhe, eu faço um seguro quanto a erros da minha lotérica. Daí o seguro me cobre… Vê que legal. Oo Basta descobrir se existe um seguro desses, hehehe.

Atualização: [28/02/2011] PEEEEEN. Nessa eu bati na trave.. O seguro, por ter que assumir o risco de pagar o valor do prêmio de uma mega-sena, tem q pagar custos de administração e auferir lucros. Os custos de um seguro desse deveria ser da ordem do premio a ser pago… O q não valeria a pena para ninguém.

2) Já o da Casas Bahia: É o financiamento maravilhoso em 100 parcelas, que você pode começar a pagar no próximo ano (Oo). Daí eles vão e se aproveitam de taxas de juros exorbitantes que podem cobrar. Obvio que eles fazem tudo na lei… Deve estar  tudo explicado na hora da compra. Mas quem lê? Quem pergunta? E além do mais o pobre que nem ensino tem ou é esclarecido… QUANDO A ESMOLA É DEMAIS, O CEGO DESCONFIA… (ou deveria!) O Sistema se aproveita das pessoas não esclarecidas, camuflando armadilhas disfarçadas em ótimas promoções…

Atualização: [28/02/2011] PEEEEEN. Nessa eu fiz gol contra. Uma compra é uma troca VOLUNTÁRIA entre 2 pessoas, trocando mercadorias ou mercadoria por dinheiro. A pessoa que compra tem total autonomia sobre seus atos. Em nenhum momento ele é enganado quanto a quantidade que ele vai pagar e em quanto tempo. Se está havendo a compra, ambas as partes estão satisfeitas com a troca, visto que é voluntária e não coercitiva. Revendo meu texto, volto atrás e Corrijo meu raciocínio nessa atualização. A Casas Bahia é um BEM para as classes baixas, por permitirem chegar a eles condições de pagamento para consumirem o que desejam naquele momento.

Prisão: Um Resort de férias para o condenado… nem precisa trabalhar

•28/02/2010 • Deixe um comentário

E aí? O que acham de ganhar comida, quarto, colchão, academia…?

Eu acho um absurdo o dinheiro do contribuinte ir para sustentar esses caras maus caráteres… O cara tinha que trabalhar para conseguir se manter lá dentro… Que absurdo receber tudo isso de mão beijada! O cara não faz NADA o dia todo! Um parasita da sociedade… (dizem que colocam academias lá para desestressar e diluir as tensões do ambiente!) Por que não fazer o cara trabalhar para: 1) Pagarem pelos seus gastos; 2) Aprenderem profissões; 3) Se ocuparem;

Era para ter vários tipos de trabalho dentro da prisão, para que ele tivesse opção interna de como se custear.

O pior ainda… Prisão funciona como o Workshop/Seminário do Crime: Você passa vários anos em contato somente com a nata da sociedade, aprendendo todas as variações possíveis de como fazer o mal e sem nenhum dever…

E ainda pra completar tem o “bolsa-reclusão” (http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/11/07/e071121592.asp) : a família dos caras presos que são arrimos (responsáveis pelo sustento da família) ganham o direito a uma bolsa de R$ 465 a R$ 752 enquanto o bolsa-família é apenas R$200.

Por que que eles não pagam o de dentro da cadeia tudo isso??

Ai governinho nosso de cada dia! O mal de todos os problemas! Oo

Quanto vale um follower artificial? (extrapolem pra vida…)

•21/02/2010 • 1 Comentário

Meeeeu, sabe o que me indigna tanto? Pessoas que fazem de tudo para ganhar infinitos seguidores no twitter… E fazem isso com ferramentas que mandam spam… Usando táticas: “se eu te seguir, tu me segue?” Meeeeu, qual o problema dessas pessoas? Elas querem atenção é? Elas querem dizer que são queridas? Que tem muita gente q dão atenção a ela?

Bom, Eu não sei se eu aguentaria saber que não tem ninguém me seguindo, ou que “ninguém me acha interessante” (Se é isso o que realmente significa não te seguirem…) Mas pra que essa necessidade de auto-afirmação? De popularidade artificial? A quem vcs querem enganar? É aquela coisa… Eu e Você sabemos que esse povo todo não presta atenção no que você diz… E eu e você sabemos que vc não presta atenção nesses 2000 que vc segue… Pra que tanta enganação?

Isso que eu chamo de inflacionar as coisas… O salário parece até maior, mas qnd vai ver o poder de compra…

O que eu acho é que falta um pouco de sinceridade nesse mundo e humildade de não precisar ser o centro das atenções da roda…

Say Yes – Andrea Gibson

•15/12/2009 • Deixe um comentário


Transcription:

when two violins are placed in a room
if a chord on one violin is struck
the other violin will sound that note
if this is your definition of hope
this is for you
for the ones who know how powerful we are
who know we can sound the music in the people around us
simply by playing our own strings
for the ones who sing life into broken wings
open their chests and offer their breath
as wind on a still day when nothing seems to be moving
spare those intent on proving god is dead
if your fingers are red
from clutching your heart
so it will beat
this is for you
when you notice that the moon at noon on a day when the world
has slapped them in the face with its lack of light
and this is for that moon
on the nights she seems hung by a noose
for the people who cut her loose
and for the people still waiting for the rope to burn
about to learn they have scissors in their hands

this is for the man who showed me
the hardest thing about having nothing
is having nothing to give
who said the only reason to live is to give ourselves away
so this is for the day we’ll quit or jobs and work for something real
and for the ones who are beginning songs that sound something like
people turning their porch lights on and calling the homeless back home

this is for all the shit we own
and for the day we’ll learn how much we have
when we learn to give that shit away
this is for doubt becoming faith
for falling from grace and climbing back up
for trading our silver platters for something that matters
like the gold that shines from our hands when we hold each other

this is for your grandmother who walked a thousand miles on broken glass
to find that single patch of grass to plant a family tree
where the fruit would grow to laugh
for the ones who know the math of war
has always been subtraction
so they live like an action of addition
for you when you give like every star is wishing on you

this is for the times you went through hell so someone else wouldn’t have to
for the time you taught a 14 year old girl she was powerful
for the time you taught a 14 year old boy he was beautiful
for the radical anarchist asking a republican to dance
cause what’s the chance of everyone moving from right to left
if the only moves they see are NBC and CBS
this is for the no becoming yes
for fear becoming trust
for saying i love you to people who will never say it to us
for scraping away the rust and remembering how to shine
for the dime you gave away when you didn’t have a penny
for the many beautiful things we do
cause tonight saturn is on his knees
proposing with all of his ten thousand rings
that whatever song we’ve been singing we sing even more
the world needs us right now more than it ever has before
pull all your strings
play every chord
if you’re writing letters to the prisoners
start tearing down the bars
if you’re handing our flashlights in the dark
start handing our stars
never go a second hushing the percussion of your heart
play loud
play like the apocalypse is only 4…3…2
but you have a drum in your chest that could save us
you have a song like a breath that could raise us
like the sunrise into a dark sky that cries to be blue
play like you know we won’t survive if you don’t
but we will if you do
play like saturn is on his knees
proposing with all of his ten thousand rings
that we give every single breath
this is for saying–yes

this is for saying–yes

(Full version of the poem: http://www.academik.org/poems/andrea-gibson/say-yes/)

Convencendo os outros

•08/12/2009 • Deixe um comentário

http://colunas.g1.com.br/paulocoelho/

Postado por Paulo Coelho em 05 de dezembro de 2009 às 00:36

Um profeta chegou certa vez a uma cidade para converter seus habitantes.

A princípio, as pessoas ficaram entusiasmadas com o que ouviam. Mas – pouco a pouco – a rotina da vida espiritual era tão difícil, que homens e mulheres se afastaram, até que não ficou uma só alma para ouvi-lo.

Um viajante, ao ver o profeta pregando sozinho, perguntou: “Por que continuas exaltando as virtudes e condenando os vícios? Não vês que ninguém aqui te escuta?”

“No começo, eu esperava transformar as pessoas”, disse o profeta. “Se ainda hoje continuo pregando, é apenas para impedir que as pessoas me transformem”.

Criança, A Alma do Negócio

•22/11/2009 • Deixe um comentário

Para assistir ele completo: http://www.youtube.com/watch?v=dX-ND0G8PRU&feature=PlayList&p=E2ABADAEF30E4007&index=0

“A publicidade promete mais que a alegria da posse… ela promete a alegria da inscrição na sociedade, a alegria da existência na sociedade”
“Rouba e mata até por um tênis importado… Não é uma pessoa que não tem sapato… Ela faz isso para ter uma marca de vencedor… “
“E esse mundo de valores difere dos valores da familia, do grupo social a qual ela está inserida…”
“Queria comprar tudo, tudo, tudo, tudo… queria morar num shopping…” Garotinha de 10 anos
Garoto de ~10 anos:”Meu celular tem mp3, tira foto… bem básico… É Meu terceiro” “Brinquedo? Não sou muito chegado…”
“Meu celular é esse, tem tal função… é melhor que o teu… ” O celular frequentemente faz o papel de diferenciador de pessoas, embora tenha sido criado para unir, comunicar pessoas…
“Quantas mochilas vc tem?? “Acho q 12″ (menina de ~10) Sapatos? 36 pares”
O passaporte de ingresso no grupo não é mais a capacidade de contar piada ou jogar queimada… mas sim quem ostenta uma mochila, um tenis…
“Pelo consumo, você fica igual a todo mundo… padronizado… globalizado…”
(Propaganda) É colocar as crianças contra os pais… É como se eles fossem aqueles que negassem o desejo.
Compras são um meio de suprir a ausência dos pais, que “tem que estar presentes” com os filhos de algum jeito. Talvez não o melhor jeito…
A mídia hj é de fato o primeiro elemento e fator para a construção da nossa subjetividade e valores… não mais a família, escola ou igreja.
A Boneca hoje não é mais o filho e o bebê da menina… mas sim a projeção…

•17/10/2009 • Deixe um comentário

Aiaiai… Como eu sou!!!
Aqui estou eu escrevendo para me curar uma insônia… Engraçado, que sempre quando eu escrevo, eu procuro escrever algo poético, belo, filosófico… útil… Acho que eu me cobro isso de vez em quando… Fazer coisas úteis… Mas esse texto não vai ser para vocês não… vai ser pra mim!
Putz, como é bizarro a gente querer viver certo… Achar que tem uma fórmula pra vida, mas depois a gente pensa um pouco de novo e lembra que não existe… Até porque você é a primeira pessoa a viver a Sua vida…
Será que eu tô tomando as decisões corretas? Aí me bate: Será que existem Decisões Corretas? Tá beleza… Se não existem… (porque parecem não existir…)
Será que eu estou me tornando e vivendo como eu quero viver os meus dias?
(Só devaneios… não tou pensando nenhuma besteira, não… calma, calma) Mas bem que essa deveria ser nossa pergunta todo dia assim q acordamos…
Mas quem lembra de replanejar a vida todo dia assim que acorda… Não é o caso nem de replanejar… mas de realinhar… Quem tem tempo? Cada vez mais aparecem mais ainda distrações… Antes o Homem vivia no campo, conhecia no máximo as pessoas da vila, não tinha TV, não tinha nem energia elétrica… Pensando com a cabeça dos dias de hoje… Devia ser um porre né? Sem nada o que fazer? Quanto desperdício de tempo e de esforços… Eles podiam ser bem mais eficientes… como somos agora… Cheios de Tecnologias… Cheios de programas para fazer… Podemos dar a volta ao mundo em poucas horas… Nada de cartas, transporte a pé/cavalo… Agora é avião, MSN, orkut, telefone celular, twitter, internet, tv, quanta coisa!! Podemos ouvir zilhões de músicas, filmes, séries, ler blogs, páginas na internet, youtube… o Céu é o limite…
Será que agora paramos de ter tempo para nós mesmos? Família? Amigos? Namorada?
Tá certo que no meu caso a tecnologia ajuda a eu manter contato com meus pais, maninha, minha guriazinha gaúcha e meus amigos… Mas que falta faz um programa sem compromisso de terça a noite com qq um deles!!
Assistir TV que seja… pode até ser novela… (tá bom… eu suporto novela só nessa primeira vez!!), uma saída para um barzinho próximo comer um salgado e um refri… ou um baiãozinho… Um programinha familiar… Umas risadas gostosas… Sem ter no que se preocupar! Sem pensar no dia seguinte… Sem pensar em prazos acabando… responsabilidades…
Com tantas possiblidades que se abrem pra gente todo dia! E com tantas opções e decisões… Acho que não sou só eu que fico angustiado as vezes com tudo isso…
Mas acho que isso deve ter solução sim… Acho que tirar uns tempos pra refletir tudo isso… diminuir a velocidade com que as coisas vão sendo feitas… Selecionando melhor o que se está fazendo…
Acho q melhora… logo logo melhora…
E pra quem pensa que esse texto vai ter um desfecho e uma moral… Tá muito enganado…
Esse texto vai ser igual os nossos dias… Completamente abertos! E sem fórmula!! :)

Uma Única Chance (Questão de Ética)

•14/10/2009 • Deixe um comentário

Ele tinha 11 anos e sempre que podia ia pescar no cais da cabana da sua família, numa ilha no meio de um lago de New Hampshire.

Na véspera da abertura da temporada de pesca da perca, um menino e seu pai foram até o lago no início da noite e pescaram vários outros tipos de peixes usando minhocas como isca. Em seguida, ele amarrou uma pequena isca prateada e praticou arremesso de linha. A isca bateu na água e produziu coloridas ondulações ao pôr-do-sol e, mais tarde, ondulações prateadas quando a lua se ergueu sobre o lago.

Quando sua vara envergou, ele soube que algo enorme estava na outra extremidade. O pai observou com admiração enquanto o menino habilmente puxava o peixe ao longo do cais. Por fim, ele puxou o exausto peixe para fora da água com todo o cuidado. Era o maior que ele já vira, mas era uma perca.

O menino e seu pai olharam para o belo peixe com as guelras se mexendo para a frente e para trás à luz da lua. O pai acendeu um fósforo e consultou o relógio. Eram 10 da noite duas horas antes da abertura da temporada. Ele olhou para o peixe e, a seguir, para o menino.

- Você terá que jogá-lo de volta na água, filho – o pai disse.
- Papai! – exclamou o menino.
- Haverão outros peixes – o pai voltou a falar.
- Não tão grande quanto este – argumentou o menino.

Os dois olharam em torno. Não havia outros pescadores nem barcos por perto naquela noite enluarada. O filho voltou a olhar para o pai. Embora ninguém os tivesse visto, nem pudesse saber a que horas ele tinha pescado o peixe, o menino podia perceber, pela firmeza da voz de seu pai, que a decisão não era negociável. Então, soltou lentamente o anzol da boca da enorme perca e a devolveu para a água escura. O peixe sacudiu seu forte corpo e desapareceu. O menino suspeitava que jamais veria outro tão grande em sua vida.

Isso aconteceu há 34 anos. A cabana ainda se encontra na ilha no meio do lago, e hoje o menino é um bem-sucedido arquiteto em Nova York. Agora é ele quem leva os filhos para pescar no mesmo cais.

Ele estava certo. Nunca mais pescou um peixe tão magnífico quanto aquele. Mas o peixe aparece em sua mente repetidamente todas as vezes que enfrenta uma questão de ética. Porque, como seu pai lhe ensinou, a ética é uma simples questão de certo ou errado.

O difícil é a prática da ética. Não fazemos o que é correto quando ninguém está olhando? Passamos na frente dos outros usando artifícios? Subornamos o guarda de trânsito para evitar uma multa? Usamos informações confidenciais para nos beneficiar na compra de ações? Não faríamos nada disso se tivéssemos aprendido a colocar o peixe de volta na água quando éramos jovens. Porque teríamos aprendido o valor da verdade. E contaríamos essa história a nossos amigos e netos com alegria e orgulho, sabendo que crescemos e nos fortalecemos a cada ato desses.

James P. Lenfesty

Continuidade…

•09/10/2009 • Deixe um comentário

Hoje eu estou um pouco confuso… No nosso dia-a-dia temos tantas opções de fazer muita coisa e tantas distrações… Quero um pouco de tudo! E não quero fazer nada! Quero, mas não sei o que… O que realmente quero, não tem pronto ou pelo menos não para agora… Quero minha família, quero minha namorada, quero meus amigos, quero um trabalho desafiante, quero uma vida louca, quero paz, quero sossego! Quero idéias, quero farra, quero música, quero Sushi, Sashimi com um pouquinho de molho tarê. Quero sorriso no rosto, olhar sonhador, ouvidos atentos e mão carinhosa. Quero entender o mundo, achar as passagens secretas e derrotar o chefão. Quero um beijo gostoso, um abraço apertado, uma conversa profunda e uma longa massagem. Quero resolver os problemas, ajudar as pessoas e ser entendido.
Queria saber tudo, melhorar tudo e aproveitar tudo! Quero sonhar e poder viver a cada dia o meu sonho! E ter tempo de sonhar o sonho dos outros tb!
Quero ME ENTENDER!
Quero ter certeza de estar no caminho certo, mas quem é que tem? Alguém aqui jogou o jogo mais vezes que eu? Quero o simples, o justo e o impossível.
Só sei que quero AMOR! e o Amor em todos!
Quero saber o que quero e querer ainda mais!
Cada momento nosso é uma união de quereres únicos!
Nesse momento eu quero tudo isso e tb escrever… Já num próximo, nem sei se vou conseguir entender.

 
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