Isso ja foi uma dor de cabeca para mim algumas vezes quando estava querendo fazer uma apresentacao no Power Point, que seja e uma figura tem um fundo branco, mas o slide nao tem. E fica aquele retangulo branco horrivel ao redor da figura.
Mostraremos como tira-lo.
Para ele usaremos o editor de imagens GIMP que vem padrao em algumas distro linux, por exemplo, o Ubuntu. (Para Windows User, dá pra baixar o Gimp tb… O paint não resolve).
- Abra sua figura, por exemplo, jpeg no gimp.

- Va em Layer -> Transparency -> Color to Alpha. O default eh branco. Caso o “bordo”,
clique no retangulo branco, para que voce possa escolher a cor. Caso saiba o codigo da cor desejada em HTML notation (eu nunca sei), bizu. Caso nao, ainda ha uma saida. Clique no botao do lado da caixa de input do html notation. Ele possibilita voce clicar em qualquer lugar da tela e extrair o codigo da cor clicada. Basta entao clicar na cor da sua figura. pressione OK e voila.
- Mas nao eh so isso. O jpeg nao suporta transparencia, entao teremos que salvar a figura em formato .png.
Clique ok ate o fim e temos o resultado:
Como colocar transparencia em uma figura?
•Abril 22, 2009 • Deixe um comentárioVisão distorcida: Ensino no Brasil
•Dezembro 4, 2008 • 1 Comentário

Tá tudo errado!!
Os professores brincam de ensinar e os alunos trapaceiam pra ganhar a brincadeira!! Enquanto era para os professores e os alunos estarem do mesmo lado querendo formar bons profissionais para o futuro do Brasil… não… O professor já tem o salário dele e dependendo da sua turma, faz uma prova mais ou menos difícil, sem nenhum compromisso com a matéria… Não tá nem aí com o que DEVE ensinar… Para que aqueles alunos estejam com aquela LACUNA de informações preenchida para evoluírem mais a frente.
Já os alunos, partem do pressuposto que DEVEM passar de ano… Independente do que eles aprenderem… E que as avaliações é que tem que se adequar a eles, e não o seu aprendizado, que deveria ter que atingir um mínimo admitível!!
Assim vão os alunos querendo passar de ano a qualquer custo, os professores querendo não se sugar mais do que o necessário pra continuar ganhando o seu salário e enquanto isso o ensino do Brasil desce água a baixo….
E quando ninguem mais consegue passar, vem o presidente, governador ou prefeito e para aumentar o “ensino” do país, cria leis como evitar reprovações nos colégios públicos ou institui sistema de cotas para negros/por renda e ficam com orgulho de não estarem só atingindo a classe alta no ensino, mas a classe pobre…
O que não vêem, não querem ver ou querem fingir é que a única coisa que está sendo feita é levar mais pessoas despreparadas para uma avaliação ou situação que requer mais preparo…
O índice de reprovação(desistência/não acompanhamento) e de formação de maus profissionais vai com certeza aumentar… Por que no final da reta, temos que competir não apenas internamente com mercado brasileiro, mas com multinacionais e mercado fora do país… E esse, com certeza, não está acoxambrando o ensino de seus jovens…
Mais mediocridade e incompetência vai sendo gerada… Só não sei até quando!
Caso Eloá: Falta de “Não”
•Outubro 30, 2008 • Deixe um comentárioCRIANDO UM MONSTRO
O que pode criar um monstro? O que leva um rapaz de 22 anos a estragar a própria vida e a vida de outras duas jovens por… Nada?
Será que é índole? Talvez, a mídia? A influência da televisão? A situação social da violência? Traumas? Raiva contida? Deficiência social ou mental? Permissividade da sociedade? O que faz alguém achar que pode comprar armas de fogo, entrar na casa de uma família, fazer reféns, assustar e desalojar vizinhos, ocupar a polícia por mais de 100 horas e atirar em duas pessoas inocentes?
O rapaz deu a resposta: “ela não quis falar comigo”. A garota disse não, não quero mais falar com você. E o garoto, dizendo que ama, não aceitou um não. Seu desejo era mais importante.
Não quero ser mais um desses psicólogos de araque que infestam os programas vespertinos de televisão, que explicam tudo de maneira muito simplista e falam descontextualizadamente sobre a vida dos outros sem serem chamados. Mas ontem, enquanto não conseguia dormir pensando nesse absurdo todo, pensei que o não da menina Eloá foi o único. Faltaram muitos outros nãos nessa história toda.
Faltou um pai e uma mãe dizerem que a filha de 12 anos NÃO podia namorar um rapaz de 19. Faltou uma outra mãe dizer que NÃO iria sucumbir ao medo e ir lá tirar o filho do tal apartamento a puxões de orelha. Faltou outros pais dizerem que NÃO iriam atender ao pedido de um policial maluco de deixar a filha voltar para o cativeiro de onde, com sorte, já tinha escapado com vida. Faltou a polícia dizer NÃO ao próprio planejamento errôneo de mandar a garota de volta pra lá. Faltou o governo dizer NÃO ao sensacionalismo da imprensa em torno do caso, que permitiu que o tal sequestrador conversasse e chorasse compulsivamente em todos os programas de TV que o procuraram. Simples assim. NÃO. Pelo jeito, a única que disse não nessa história foi punida com uma bala na cabeça.
O mundo está carente de nãos. Vejo que cada vez mais os pais e professores morrem de medo de dizer não às crianças. Mulheres ainda têm medo de dizer não aos maridos ( e alguns maridos, temem dizer não às esposas ). Pessoas têm medo de dizer não aos amigos. Noras que não conseguem dizer não às sogras, chefes que não dizem não aos subordinados, gente que não consegue dizer não aos próprios desejos. E assim são criados alguns monstros. Talvez alguns não cheguem a sequestrar pessoas. Mas têm pequenos surtos quando escutam um não, seja do guarda de trânsito, do chefe, do professor, da namorada, do gerente do banco. Essas pessoas acabam crendo que abusar é normal. E é legal.
Os pais dizem, “não posso traumatizar meu filho”. E não é raro eu ver alguns tomando tapas de bebês com 1 ou 2 anos. Outros gastam o que não têm em brinquedos todos os dias e festas de aniversário faraônicas para suas crias. Sem falar nos adolescentes. Hoje em dia, é difícil ouvir alguém dizer não, você não pode bater no seu amiguinho. Não, você não vai assistir a uma novela feita para adultos. Não, você não vai fumar maconha enquanto for contra a lei. Não, você não vai passar a madrugada na rua. Não, você não vai dirigir sem carteira de habilitação. Não, você não vai beber uma cervejinha enquanto não fizer 18 anos. Não, essas pessoas não são companhias pra você. Não, hoje você não vai ganhar brinquedo ou comer salgadinho e chocolate. Não, aqui não é lugar para você ficar. Não, você não vai faltar na escola sem estar doente. Não, essa conversa não é pra você se meter. Não, com isto você não vai brincar. Não, hoje você está de castigo e não vai brincar no parque.
Crianças e adolescentes que crescem sem ouvir bons, justos e firmes NÃOS crescem sem saber que o mundo não é só deles. E aí, no primeiro não que a vida dá ( e a vida dá muitos ) surtam. Usam drogas. Compram armas. Transam sem camisinha. Batem em professores. Furam o pneu do carro do chefe. Chutam mendigos e prostitutas na rua. E daí por diante.
Não estou defendendo a volta da educação rígida e sem diálogo, pelo contrário. Acredito piamente que crianças e adolescentes tratados com um amor real, sem culpa, tranquilo e livre, conseguem perfeitamente entender uma sanção do pai ou da mãe, um tapa, um castigo, um não. Intuem que o amor dos adultos pelas crianças não é só prazer – é também responsabilidade. E quem ouve uns nãos de vez em quando também aprende a dizê-los quando é preciso. Acaba aprendendo que é importante dizer não a algumas pessoas que tentam abusar de nós de diversas maneiras, com respeito e firmeza, mesmo que sejam pessoas que nos amem. O não protege, ensina e prepara.
Por mais que seja difícil, eu tento dizer não aos seres humanos que cruzam o meu caminho quando acredito que é hora – e tento respeitar também os nãos que recebo. Nem sempre consigo, mas tento. Acredito que é aí que está a verdadeira prova de amor. E é também aí que está a solução para a violência cada vez mais desmedida e absurda dos nossos dias.
FELICIDADE REALISTA (Mário Quintana)
•Outubro 17, 2008 • Deixe um comentárioA princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor… não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.
Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos detentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade.
Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.
Olhe para o relógio: hora de acordar É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a.
Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz.
Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.
Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade
Reset da senha de root do MySQL
•Outubro 16, 2008 • Deixe um comentárioComo “Engenheirando” de Computação, aí vai uma dica recente que eu precisei:
Putz, Esqueci a senha de root do MySql. Será que eu vou ter que reinstalá-lo novamente e perder meus banco de dados? NÃO…. Dá pra acoxambrar…
Para contornar o Acesso do MySQL, podemos acessá-lo pela linha de comando da seguinte forma:(Isso serve para o executável do Windows, mas basta mudar o nome do binário para os diferentes que funciona tb):
mysqld-nt –skip-grant-tables –console
(Estamos assumindo que o diretório bin do MySQL está no seu PATH, caso contrário, vc deve colocar na linha de comando o caminho completo para o comando mysqld-nt)
A parte –console serve para que a saída do servidor vai direto para a tela ao contrário de um arquivo de log mocado em algum lugar excuso… – Nós queremos ver se a inicialização está toda OK. Se sim, inicie o cliente MySQL de outro prompt (terminal) com o comando:
mysql mysql
Agora podemos mudar a senha com o comando:
UPDATE user SET password=PASSWORD(”mypassword”) WHERE user=”root”;
Esse último comando serve para atualizar na tabela user o password para “mypassword” do usuário root!!
Fonte: http://devnotes.eternalloop.net/viewarticle.aspx?articleID=8
Ódio à inércia
•Outubro 5, 2008 • Deixe um comentárioEu repudio a inércia com toda a minha alma!
… Sugou continuar a escrever…
À HuMALnidade, uma chance…
•Outubro 3, 2008 • Deixe um comentárioA natureza humana me enoja…
Eles vão abusar da sua boa vontade, vão te usar e quando você mais precisar, vão virar as costas. Vão pedir favores com um sorriso estampado no rosto, conversar amigavelmente sobre o dia de hoje e o clima mas quando tiver passando pela maior aperto do ano, vão dizer que estão sem tempo e ocupados. Porque o tempo dEles SEMPRE é mais importante que o SEU.
Eles vão se aproveitar de você sempre que puderem, te sugar o máximo e não te dar nem um pouco de ar pra respirar. Eles não têm responsabilidades, só direitos…
Só venha a nós, mas ao vosso reino que é bom, nada…
Se você tiver atitude, Eles vão usá-la…
Se você tiver tempo, Eles vão esgotá-lo…
E vão lhe deixar a própria sorte…
Tudo em proveito próprio sem lhe devolver nada em troca. Sem mover uma palha, sem pensar em você um momento sequer ou no que estais passando. Só esperam e reclamam na inércia maldita que consome e se alastra.
Não faça parte dEles…
Por você e pelas pessoas que você confia: Família e verdadeiros amigos.
Gastai seu precioso tempo nesses. Esses não são dEles… São SEUS.
Pensam primeiro em ti, sempre disponíveis, com toda a energia e motivação possível, sem quando, onde, como e quanto importarem.
Nenhuma exitação ou questionamento.
Não desperdice todo seu tempo nem energia consertando a HuMALnidade, você não sabe nem onde o MAL realmente está.
Não a pré-condene e depois arranje algum motivo que te justifique… O time deles está cheio demais para isso.
Dê todos os benefícios da dúvida possíveis e imagináveis a ela… MAS SÓ UMA VEZ por cabeça!!
Rompa a inércia e faça o bem sem olhar a quem, mas ao menor sinal de aproveitamento e interesse… Esqueça… Não gaste suas energias com quem não merece…
E antes de tudo: FAMÍLIA E AMIGOS.
Você deve a eles TUDO… depois de toda Atenção, Carinho, Motivação, Amizade, Tempo, Confiança, Reciprocidade, Altruísmo, Dedicação…
Se livre desse seu instinto de “sobrevivência a todo custo”… de pensar só em si, não se colocar no lugar dos outros, de puxar o tapete de terceiros se “necessário”…
Puta que pariu, a gente foi feito para pensar ou não?
O mais óbvio nunca será o certo…
Keep it simple, but not simpler… Think and free yourself.
Se livre das más companhias, TODAS elas. E se sobrar uma pessoa sequer… se dedique 100% a ela, que era a única que valia a pena. Esteja aberto a novas amizades… mas de olhos ainda mais abertos… Ao menor sinal de interesse, descarte. Ao menor sinal de egoísmo, descarte. Ao menor sinal de inveja, descarte. Ao menor sinal de fofoca, descarte. Ao menor sinal de futilidade, descarte. Ao menor sinal…
Mesmo assim, a TODOS, HuMALnidade, darei ainda uma chance… APROVEITEM e se aproveitem enquanto podem.
É muito mais fácil ser mau que bom… fazer o mal que bem…
Mas quem disse que eu gosto de coisa fácil…
E vou continuar assim SÓ DE SACANAGEM!
Quem é rico?
•Setembro 3, 2008 • Deixe um comentárioBRASILEIRA VENCE CONCURSO MUNDIAL DE REDAÇÃO.
•Agosto 29, 2008 • Deixe um comentárioImperdível para amantes da língua portuguesa, e claro também para professores. Isso é o que eu chamo de jeito mágico de juntar palavras simples para formar belas frases. REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO COM 50.000 PARTICIPANTES
Tema:‘Como vencer a pobreza e a desigualdade’
Por Clarice Zeitel Vianna Silva
UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro – RJ
‘PÁTRIA MADRASTA VIL’
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência… Exagero de escassez… Contraditórios?? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e friamente sistematizada – de contradições.
Há quem diga que ‘dos filhos deste solo és mãe gentil.’, mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não ‘tapa o sol com a peneira’. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra… Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)… Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos…
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente… Ou como bicho?
Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários.
Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre ‘Como vencer a pobreza e a desigualdade’.
A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da Unesco.
Honestidade e Povo Brasileiro
•Agosto 8, 2008 • 2 ComentáriosSeguem um vídeo no youtube do CQC sobre Teste de Honestidade na população e um texto creditado a Arnaldo Jabor, ambos para reflexão.
Estou fazendo minha parte
Arnaldo Jabor
- Brasileiro é um povo solidário. Mentira. Brasileiro é babaca.
Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida;
Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;Aceitar que ONG’s de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade…
Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.
É coisa de gente otária.- Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.
Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
Brasileiro tem um sério problema.
Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.- Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.
Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.
- Brasileiro é um povo honesto. Mentira.
Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso.
Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.
- 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira.
Já foi.
Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da
Guerra do Paraguai ali se instalaram.
Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.
Hoje a realidade é diferente.
Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como ‘aviãozinho’ do tráfico para ganhar uma grana legal.
Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.- O Brasil é um pais democrático. Mentira.
Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.Democracia isso? Pense !
O famoso jeitinho brasileiro.
Na minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.
Brasileiro se acha malandro, muito esperto.
Faz um ‘gato’ puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto…. malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
Afinal somos penta campeões do mundo né?? ?
Grande coisa…O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
Dessa vergonha eles se safaram…
Brasil, o país do futuro !?
Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar…O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão:
O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.
Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.
Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.
Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
